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Cidades consorciadas planejam o destino do lixo
Sandra Albuquerque Os consorciados também se comprometeram a dar destino adequado aos resíduos de saúde e a implementarem programas de coleta seletiva e reciclagem para diminuir a quantidade de resíduos depositados no novo aterro.
Uma das condicionantes para fazer parte desse consórcio, segundo a secretária de Meio Ambiente de Itajubá, Andriani Tavares, foi a elaboração do Plano de Gerenciamento Integrado de Resíduos Sólidos Urbanos em parceria com o Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec-MG).
Esse plano exige que cada município esteja empenhado a dar a destinação correta para os diferentes tipos de resíduo gerado e coletado. “A idéia é fazer com que vá para o aterro apenas aquilo que é realmente rejeito e não pode ser reaproveitado”, afirma Andriani.
Um dos grandes benefícios conseguidos ao enviar para o aterro apenas aquilo que é rejeito é a possibilidade de aumentar ainda mais a sobrevida do aterro sanitário que está estimada inicialmente em 24 anos.
O aterro sanitário de Itajubá está sendo construído na Fazenda do Rancho Grande, há 2 km do atual aterro controlado. A estimativa é que, até dezembro, as obras sejam concluídas e o novo aterro já comece a funcionar.
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