Daniela Maria
Localizada no Vale da eletrônica, na cidade de Santa Rita do Sapucaí a instituição Cas@viva, realizou em setembro o Dia da Responsabilidade Social. Uma passeata pela cidade para recolher os lixos tecnológicos que a população acumula em casa e não sabe onde e como descartar. Este é o segundo ano que a Cas@viva realiza esse dia voltado a questões ambientais e em cada ano uma novidade. Este ano o projeto arrecadou três toneladas de lixo.
A intenção do projeto é conscientizar a população sobre os problemas que o lixo tecnológico pode causar no meio ambiente e dar o destino correto a esse lixo. A conscientização é um trabalho bastante amplo, que começa com os alunos da entidade, que seque para as escolas em que eles estudam e para toda a comunidade do Inatel. Segundo a especialista de treinamento Débora Constante Justino Ribeiro o trabalho desenvolvido com os educando é formar pessoas que tem conhecimento dos malefícios que o lixo pode trazer ao meio ambiente e levar esse conhecimento para o maior número de pessoas. Débora explica que o trabalho desenvolvido com os alunos vem após estudos para descobrir o que tem dentro dos objetos que causa os malefícios e como esse problema pode se espalha nos lençóis freáticos, nas gestões de animais e como chega ao organismo dos homens. Esses estudos são repassados para os alunos através de vídeos, gibis e trabalhos de conscientização.
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O lixo tecnológico é mandado para a empresa que é responsável pela reciclagem. |
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Para a realização desse projeto a Cas@viva contou com o apoio da Romic, uma empresa de Três Corações, que recolhe o lixo tecnológico e encaminha-o para a Alemanha, países que tem condições de reciclá-los. Uma vez que o Brasil não tem tecnologia para tratar por completo do lixo tecnológico. Durante a caminhada foi possível recolher centenas de produtos. Como forma de agradecimento à população que colaborou com o projeto, a Cas@viva criou a sacola permanente que é entregue as pessoas que doam os objetos. A sacola tem como contra partida a conscientização da população nos malefícios que a sacolas de plástico podem causar no meio ambiente.
Durante todo o ano a Cas@viva recolhe o lixo tecnológico. As pessoas podem levar os aparelhos à sede da instituição e durante todo o ano a Cas@viva estará recebendo os objetos e entregando a Romic.
Saiba mais:
O que é o lixo tecnológico
O que é Cas@viva
O que é lixo tecnológico?
Daniela Maria
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Divulgação |
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Lixo tecnológico é qualquer aparelho eletroeletrônico |
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O lixo tecnológico pode ser conhecido por diversos nomes: lixo eletrônico, e-lixo, resíduos de aparelhos eletrônicos (RAEE), sucata de informática ou e-waste (em inglês) Esse lixo é todo e qualquer aparelho eletrodoméstico ligado à energia elétrica e seus componentes incluindo os acumuladores de energia como pilhas e baterias. Também é considerado lixo tecnológico produtos magnetizados de uso doméstico, industrial, comercial e de serviços que não tem mais utilidade.
Segundo o site Eco amigos, um monitor leva 300 anos para se decompor e é altamente tóxico com metais pesados e com mercúrio no meio. Um típico monitor de PC (computador pessoal) pode conter até 25% de seu peso em chumbo. Por isso é proibido o descarte desse lixo em qualquer lugar. O mundo joga fora cerca de 50 milhões de toneladas de sucata eletrônica por ano, entre computadores, celulares, televisores e aparelhos de som. Em 2007, os brasileiros compraram 20 milhões de computadores, 11 milhões de televisores e 21 milhões de novos telefones celulares. Este ano, serão vendidos mais de 10 milhões de computadores e cerca de 49 milhões de celulares. Por isso a a necessidade de dar uma destinação correta para esses matérias.
O que é a Cas@viva?
Daniela Maria
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Cas@viva programa de responsabilidade social do Inatel |
A Cas@viva situada na cidade de Santa Rita do Sapucaí, é um programa de responsabilidade social, criada pela Inatel há cinco anos, com objetivo de oferecer aos alunos das escolas públicas do município conhecimento digital, no exercício de cidadania e qualificação no trabalho promovendo a oportunidade de qualificação profissional dos alunos.
Atendendo 80 alunos, o ensino na Cas@viva se divide em dois módulos. O módulo um atende aos alunos de ensino fundamental e o módulo dois aos alunos do ensino médio, mo período de março a novembro. Onde os alunos devem cumprir no mínimo 70% (por cento) da carga horária para receber o certificado de conclusão do curso.
Em parceria com o Inatel, a Cas@viva conta com a participação dos monitores que são alunos da faculdade, além de seis profissionais que auxilia-os nas disciplinas. O Inatel proporciona também toda a qualidade dos alunos com benefícios como uniforme, vale-transporte, lanche entre outros.
Segundo Débora Costanti Justino Ribeiro, especialista de treinamento, a Ca@viva é um compromisso social do Inatel com o objetivo de resgatar os sonhos dos alunos e formando-os cidadãos. “A Cas@viva faz parte da formação desses alunos menos favorecidos que tem sonhos que eles acham que não são capazes de realizar. Nós incentivamos o estudo, oferecendo a eles oportunidades incondicional de melhorias. Formando homens honestos e honrados”.
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